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O QUE COMER PARA PREVENIR A QUEDA DE CABELO PÓS VERÃO

A queda de cabelo após o verão é um fenómeno de que muitas pessoas se queixam e pode ter algumas razões subjacentes.

Isto é conhecido como "eflúvio telógeno", e é um tipo de queda de cabelo temporária. Nesta fase, mais cabelos entram na fase telógena do ciclo capilar, a fase de repouso, e caem.

Ao longo deste artigo explorarmos as causas e algumas soluções para a queda de cabelo no verão.

O QUE COMER PARA PREVENIR A QUEDA DE CABELO PÓS VERÃO

Causas da queda de cabelo no verão

Algumas das razões pelas quais a queda de cabelo após o verão pode acontecer incluem:

  • Exposição ao Sol. A exposição prolongada ao sol pode causar danos ao cabelo, tornando-o mais fraco e suscetível à quebra. Além disso, a exposição ao sol pode secar o couro cabeludo e os folículos capilares. Isto pode levar a uma queda temporária dos cabelos.
  • Cloro e Água do Mar. O cloro em piscinas e os sais na água do mar podem ter um efeito negativo sobre o cabelo. Tornam-no mais frágil e seco. Isso pode contribuir para a queda de cabelo temporária.
  • Stress Oxidativo. A exposição ao sol e outros fatores ambientais durante o verão podem aumentar o stress oxidativo no corpo. Isto pode afetar negativamente a saúde dos folículos capilares.
  • Mudança de Rotina. Durante o verão, muitas pessoas mudam as suas rotinas, incluindo hábitos alimentares, padrões de sono e níveis de atividade física. Estas mudanças podem impactar indiretamente a saúde do cabelo.
  • Mudanças Hormonais. Flutuações hormonais normais ao longo do ano podem influenciar o ciclo de crescimento do cabelo e levar à queda temporária.
  • Ciclo de Crescimento Capilar. O cabelo passa por um ciclo de crescimento natural, que inclui as fases anágena (crescimento ativo), catágena (transição) e telógena (repouso e queda). Após um período de stress ou mudança, mais folículos capilares podem entrar na fase telógena ao mesmo tempo. Isto resulta numa queda mais perceptível de cabelo, para a maior parte das pessoas, no fim do verão/início do outono.

O que comer para evitar queda de cabelo

A alimentação não pode impedir totalmente a queda do cabelo.

No entanto, para a queda de cabelo, uma alimentação adequada é aconselhável. Se te alimentares de forma equilibrada e consumires alguns nutrientes em maior quantidade, podes conseguir minimizar esta queda.

O que comer para evitar queda de cabelo

Alguns dos alimentos para combater a queda de cabelo são:

  • Proteínas. O cabelo é feito principalmente de aminoácidos que provêm das proteínas, por isso, uma ingestão adequada de proteínas é essencial. Alimentos ricos em proteína incluem carne magra, peixe, ovos, laticínios, leguminosas (feijões, lentilhas), nozes e sementes.
  • Ómega-3. Ácidos gordos ómega-3 encontrados em peixes gordos (salmão, sardinha), nozes, sementes de chia e linhaça são alimentos bons para a queda de cabelo.
  • Vitaminas do complexo B. Vitaminas como B7, B3 e B5 são importantes para a saúde do cabelo. Estas encontram-se sobretudo nos ovos, carne, aves, legumes, abacate e cereais integrais.
  • Vitamina C. Possui propriedades antioxidantes que auxiliam na produção de colágeno, importante para a saúde capilar. Frutas cítricas, morangos, kiwi, tomate e pimento são boas fontes de vitamina C.
  • Vitamina E. Antioxidante que promove a circulação sanguínea no couro cabeludo. Nozes, sementes, espinafres e azeite são fontes desta vitamina.
  • Ferro. A deficiência de ferro pode contribuir para a queda de cabelo. Carnes vermelhas magras, frango, peixe, leguminosas e vegetais de folhas verdes são boas fontes de ferro.
  • Zinco. Ajuda na reparação dos tecidos e no crescimento dos cabelos. Marisco, carne, nozes e sementes são ricos em zinco.
  • Selénio. Mineral que contribui para um couro cabeludo saudável. 3 castanhas do brasil, por exemplo, fornecem a dose diária recomendada de selénio.


Neste artigo vimos as principais causas e como evitar a queda de cabelo pós-verão. Vimos em pormenor que alimentos ajudam a diminuir a queda de cabelo. Para tratares a queda de cabelo além da alimentação, recomendamos que contactes um médico especialista nesta área.

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